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The Last of Us

By: Bruno On: 17:36
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  • O mais difícil na hora de escrever sobre The Last of Us é conter spoilers. Evitar aquela vontade insana de correr atrás de alguém para perguntar o que achou de cena X ou Y ou se chorou em determinado momento do game. Fruto do desenvolvimento da equipe responsável por Uncharted (mais puxado para o 2 do que o 3), criou novos limites na congruência entre história e mecânica de jogo e apurou ainda mais o gosto dos jogadores que curtem o gênero de sobrevivência.   Dois contra o mundo   Vinte anos se passaram desde o primeiro grande surto da epidemia que quase erradicou por completo a vida humana na face da Terra. Os poucos sobreviventes foram obrigados a se adaptar em uma única diretriz: a seleção natural pela sobrevivência do mais forte. Homens matando homens por um punhado de comida ou qualquer coisa que pudesse amenizar o sofrimento do dia a dia era uma cena normal. O exército de um lado, autoritário e como o único elo de ligação com a organização estatal do passado, e do outro a resistência, um grupo de militantes que tenta, da forma como eles acham direito, salvar a humanidade do caos. No meio, todo o resto das pessoas.   Joel passou por maus bocados durante todo esse tempo e tornou-se um homem frio. Vive um dia de cada vez e não cria laços profundos com pessoas. Durante uma missão corriqueira, é obrigado a aceitar a missão de retirar um pacote de dentro dos muros da cidade fortemente vigiada pelo exército para o campo aberto a pedido dos Vaga-Lumes. Uma missão normal, caso o pacote não fosse uma garotinha chamada Ellie.   Cuidar de uma garotinha naquele inferno pode não ser uma tarefa fácil, mas Ellie é uma adolescente que tem bala na agulha - basta ler a minissérie em quadrinhos publicada pela Dark Horse que você terá um pouco mais de info a seu respeito. No game é preciso escoltá-la, mas a inteligência artificial cuida do grosso na maior parte do tempo.


    O relacionamento entre os dois personagens, como era de se esperar, é truncado desde o início. Joel, por razões explicadas no prólogo do jogo, trata a garota como se fosse um peso extra e não sente a menor vontade de interagir, mesmo ela se esforçando ao máximo para deixar a viagem um pouco menos entediante. A construção desse relacionamento, apesar de ser embasada em diversos clichês do gênero, os trabalha muito bem, diverte e faz a gente torcer no final. E que final, meus amigos.   Escolhas   O principal mote de The Last of Us é a sobrevivência. Para isso, o jogo sempre lhe oferece escolhas que moldam a sua experiência. Tudo mascarado na forma de, por exemplo, kits de primeiro socorros ou coqueteis molotov. No gerenciamento de itens, talvez a aba mais importante do jogo, as coisas acontecem em tempo real e a escolha precisa ser rápida e bem pensada. Isso porque, na criação, os elementos usados para ambos são os mesmos, e devido a sua limitação, essa dúvida é o estopim para direcionar o seu estilo de jogo, enfrentando qualquer coisa que venha em sua direção ou simplesmente evitando os obstáculos sorrateiramente.   E não pense que um jeito é mais fácil que o outro. Ambas as escolhas são extremamente complicadas de se lidar, dada a pouca munição disponibilizada pelo jogo e a quantidade de inimigos a ser evitados por área. A ação stealth funciona muito bem, pelo menos para Joel, já que Ellie, por ser uma inteligência artificial, precisou passar por uma configuração específica no jogo: não importa o que ela faça, ela nunca será vista se Joel permanecer oculto.   A decisão foi tomada pela equipe de desevolvimento de The Last of Us, e serve para explicar as constantes 'falhas' de cobertura em momentos bastante tenebrosos do game. Foi decidido de antemão pela Naughty Dog que Ellie não respeitaria as mesmas leis que Joel, e enquanto o protagonista não fosse descoberto no cenário, a garota também não seria. Isso porque (segundo eles) seria bastante complicado desenvolver uma IA que se comportasse de forma a nunca denunciar o paradeiro de Joel, visto que cada um tende a jogar do seu jeito e algumas parte de ação com Ellie em cena a colocam de forma roteirizada nos lugares que ela precisa ficar. Dessa forma, Joel, de certa maneira, também tem seus lugares previamente roteirizados, mas o jogador não tem como saber quais são. 


    É uma decisão de design arriscada, visto que muito dos verdadeiros momentos de tensão acontecem em horas que os dois não podem ser descobertos, mas ao mesmo tempo, Ellie também não reage sozinha, só o faz após Joel. E aí ela é bastante útil, indicando a posição inimiga, arremessando objetos e até dando suporte com armas de fogo, se for o caso. Da minha parte, não comprometeu a experiência em nenhum momento.   As armas  de fogo são variadas. É possível carregar quantas você encontrar, não há um limite para isso. E, dentro de um jogo cujo o foco é sobreviver, dá a impressão de que será uma tarefa fácil. Em contrapartida, inversamente proporcional à quantidade de armas que podem ser encontradas, a munição é que é o real desafio de todo o rolê. Encontrar balas, flechas e qualquer outro tipo de munição é uma tarefa complicada, geralmente forçando o jogador a eliminar toda a ameaça de determinado local - e fazendo-o gastar uma quantidade considerável da mesma. Novamente, é uma escolha que vai afetar profundamente a sua experiência.   O combate corpo a corpo exige bastante do personagem fisicamente. É bem difícil sair ileso de um combate corporal. Não há muito o que se fazer em termos de combos - existe apenas um -, mas o 'como combater' é destroçado em inúmeras variáveis. Seja com Ellie desviando a atenção do inimigo de você, até a utilização de garrafas e tijolos espalhados pelo cenário, é tudo muito vivo e sem (tantas) repetições de situações. Se jogar nos modos mais difíceis, a adrenalina vai lá em cima, já que o risco e o dano dos golpes são extremamente altos (não sei se 'real' seria a palavra certa, já que nunca levei uma tijolada na testa para saber). E em hipótese alguma, enfrentar mais de dois inimigos diretamente é um bom negócio.   Upgrades   Apesar de estar no batente há 20 anos, Joel não é um militar. E talvez por isso, sua mira seja tão imprecisa. Trêmula e inconstante, demora um pouco para que o jogador pegue o jeito da coisa. Aos poucos, no decorrer da aventura, e com as devidas atualizações nas habilidades do personagem - vindas por meio de comprimidos encontrados no cenário - é possível melhorar esse e inúmeros outros atributos do personagem.


    O sistema de evolução visto em The Last of Us é merecedor de aplausos. Nada que destrua por completo a imersão proposta pelo game, com horas de distribuição de pontos por atributos como velocidade ou destreza, mas sim uma leitura rápida em um guia de primeiros socorros para que seus kits de medicamentos passem a curar uma porcentagem maior da sua vida. Ou então a obtenção de um livro que ensine um método mais eficaz para construir uma lâmina daquelas de presidiário, com restos de tesoura e fita isolante. Em relação aos seus equipamentos, é tudo bastante automático e realizado em tempo real.   Já a personalização de suas armas, a coisa é um pouco diferente. É preciso coletar peças e ferramentas. As peças funcionam como uma moeda vigente, enquanto as ferramentas servem para nivelar o status de cada uma em relação ao tempo de jogo. Alguns atributos só podem ser construídos depois de um certo tempo de jogo, quando encontramos as ferramentas necessárias. É tudo muito bem espalhado e, se não ficar de olhos bem abertos, pode passar batido e perder upgrades bastante importantes para aquela amenizada na dificuldade do game. Ah, e sempre bom lembrar que para realizar esses upgrades é preciso estar em cima de uma mesa especial, como acontece em Dead Rising ou Dead Island. E elas tendem a demorar para aparecer.   Brasileiríssimo   The Last of Us segue a linha dos últimos jogos exclusivos para PS3 e traz uma experiência completamente localizada para o português. Menus, legendas e vozes, tudo traduzido para o nosso idioma. Melhorias nítidas que vão desde a opção de utilização das mesmas, não mais forçada pelo idioma do console, e sim através do menu de idiomas, a escolha do elenco, que de acordo com os jogadores, já o consideram como o melhor trabalho da empresa.   A adaptação não reprime o vocabulário adulto, com seus diálogos repletos de palavrões. Não houve descasos com esse tipo de conteúdo, e convenhamos, o que é um "Vai tomar no cu" em uma cena que mostra metade do cérebro recém-estourado (por você) de um ser humano esparramado no chão de uma cozinha abandonada? 


    No entanto, fomos obrigados a engolir certas adaptações de caráter duvidoso para as piadinhas que Ellie lê em voz alta diretamente do seu livro de piadas. Mantiveram-se no porto seguro da "Tudo passa, até uva passa", mas ao mesmo tempo, não sei o quanto as originais, em inglês, fogem desse aspecto. Enfim, é só uma colocação, não uma reclamação real.   Sobrevivendo à infestação online   O multiplayer exige dedicação. O conceito de que o jogador precisa sobreviver por 12 semanas dá um certo ineditismo ao modo, que tem grande parte copiosamente inspirada em Uncharted 2 e 3. Com um número limitado de vidas, e cada partida do multiplayer equivalendo a um dia dessas 12 semanas, é preciso colher mantimentos e cuidar das pessoas da sua comunidade (clã) para que ele se desenvolva bem e saudável.   São dois os modos de jogo, ambos focados em Team Deathmatch. Sobreviver e resgatar o maior número de mantimentos são seus objetivos principais. A criação de itens continua acontecendo em tempo real também no multiplayer. Se a experiência já era boa jogando sozinho, colocado no mundo virtual coletivo ela fica muito mais imprevisível. Com o personagem abaixado construindo um determinado item, cabe aos demais jogadores criarem estratégias para impedir que o companheiro seja eliminado.   Depois de escolher um dos lados da disputa (Caçador ou Vaga-Lume), uma breve explicação de como o mundo foi dizimado pelo fungo maldito e a responsabilidade nos seus ombros de ajudar os sobreviventes e expandir o seu clã. A interação com o Facebook também proporciona momentos divertidos, já que os seus amigos na rede social se transformam nas pessoas do seu clã. De informações engraçadas, como "Fulano está cavando novas latrinas" a decisões importantes do tipo "Ciclano foi infectado, o que você vai fazer?", o Facebook terá um papel importante no seu desenvolvimento online e o melhor, sem spams de informações na sua timeline.









    Counter Strike

    By: Bruno On: 12:37
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  • Quando citamos onome Half-Life, muitos o tratam como um programa, como uma base paraoutras coisas, mesmo este tendo sido um dos jogos mais influentes dadécada passada. O motivo para isso? Tudo o que a garotada queria (nasLANs ou em casa) eram as modificações dele. Não entendeu? Pense em Counter-Strike, um exemplo de game que precisava de Half-Life instaladopara rodar.


    Counter-Strike iniciou no Brasil por iniciativa de dois servidores de jogos, Elogica e Unigames, inicialmente, o jogo pouco conhecido, um MOD do Half-Life, atraia poucos entusiastas que entravam nos servers desses dois provedores e aguardavam a entrada de outros jogadores, isso na versão Beta 1 do jogo. Aos poucos o game começou a atrair jogadores do Quake e outros jogos. No Beta 5 do mod já era o jogo online mais jogado no Brasil.

    O que fez League of Legends virar uma das maiores febres dos games

    By: Bruno On: 12:01
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  • League of Legends é, sem dúvidas, atualmente um dos games de maior sucesso no mercado. Com uma base de jogadores imensa e ligas profissionais por todo o mundo, o MOBA da Riot Games se tornou uma verdadeira febre entre os fãs de jogos eletrônicos. Mas também muitos se perguntam diante de tão grande fenômeno: o que o jogo fez para atrair tanto público?

    Depois de uma análise se aprofundando nos elementos do título, o BJ resolveu estudar melhor o que cativa tanto os fãs para as partidas de League of Legends. E a "fórmula de sucesso" da Riot Games não é algo tão misterioso assim: uma mecânica simples e atrativa que acompanha intensas batalhas, estratégias e customizações.

    Minecraft

    By: Bruno On: 07:51
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  • Minecraft é um jogo eletrônico tipo sandbox e independente de mundo aberto  que permite a construção usando blocos (cubos) dos quais o mundo é feito. Foi criado por Markus "Notch" Persson. O desenvolvimento de Minecraft começou por volta do dia 10 de maio de 2009. 
     A jogabilidade foi baseada nos jogos Dwarf Fortress, Dungeon Keeper e Infiniminer. Foi vencedor do prêmioVGA 2011 de jogos independentes.
    Minecraft é um jogo basicamente feito de blocos, tendo as paisagens e a maioria de seus objetos compostos por eles, e permitindo que estes sejam removidos e recolocados em outros lugares para criar construções, empilhando-os.  Além da mecânica de mineração e coleta de recursos para construção, há no jogo mistura de sobrevivência e exploração.
    Jogar Minecraft é usá-lo como ferramenta criativa. Não há forma de vencer em Minecraft, uma vez que não há objetivos requeridos e enredo dramático que necessite ser seguido. Os jogadores passam a maior parte de seu tempo simplesmente minerando e construindo blocos de material virtual, daí o nome do jogo. Uma vez que os jogadores tenham coletado e construído um inventário suficiente de recursos, eles usam estas aquisições virtuais para conceber casas e paisagens, muitas vezes construindo todos os tipos de estruturas de blocos.


    Também vendeu mais de 1 milhão de cópias no dia 12 de janeiro de 2011, pouco depois da versão Beta do jogo ter sido lançada. Notch diz que mesmo com o jogo lançado, o jogo receberá constantes atualizações. Mais de 11 milhões de usuários únicos se cadastraram no site oficial do jogo, dos quais 25% compraram o jogo. Ainda na versão Beta alcançou mais de onze milhões de registros, e vendas de quase três milhões.



    Crysis 3

    By: Bruno On: 07:47
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  • Crysis é um jogo de tiro em primeira pessoa  desenvolvido pela Crytek, empresa alemã responsável pelo desenvolvimento de Far Cry, que com o auxílio da gigante Electronic Arts, promete trazer aos fãs do gênero algo nunca visto anteriormente. O jogo tem múltiplos reviews.

    Tanto em gráficos realistas, quanto em jogabilidade e efeitos físicos impressionantes, a inovação pode ser vista nas diversas demonstrações exibidas pelos desenvolvedores durante os últimos meses.
    A história, apesar de não ser o ponto forte do jogo, não fica devendo em nada quando comparada com a de outros títulos similares, pois ela é simples: em 2020, arqueólogos americanos em uma ilha da Coreia do Norte acham algo interessante em suas escavações. Porém, o governo nortecoreano envia soldados imediatamente para o local e você, um soldado exemplar da Força Delta do exército dos Estados Unidos da América, é enviado para investigar o local.
    Vale ressaltar alguns pontos interessantes, tais como: as armas são preparadas para serem modificadas de acordo com a necessidade do jogador, outras são capazes de destruir construções com apenas um disparo; a vestimenta utilizada pelo personagem, uma armadura com tecnologia de nano robôs, capaz de aumentar a força, velocidade, resistência de forma sobre-humana, e até tornar o personagem invisível; o ambiente de jogo é altamente destrutível, sendo possível danificar até mesmo a vegetação; e principalmente os inimigos, alienígenas terríveis e poderosos, e soldados treinados para suportar qualquer situação. Pode-se também conduzir veículos e disparar seus armamentos ao mesmo tempo, mesmo estando sozinho nos mesmos.

    Mu Online

    By: Bruno On: 07:36
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  • MuOnline, um jogo 3D online produzido pela Webzen é um MMORPG, o primeiro de seu tipo, desenvolvido na Coréia. MU é um jogo altamente envolvido em fantasia, baseado no continente legendário do MU. Você pode escolher cinco classes diferentes: o guerreiro (Dark Knight), a elfa (Fairy Elf), o mago (Dark Wizard), o gladiador mágico (Magic Gladiator) e o senhor da escuridão (Dark Lord), e transforma-se em um aventureiro audaz na missão para conservar a terra do MU. Os gráficos feitos dentro do ambiente 3D são gloriosos, e envolvem o jogador assiduamente com a tecnologia do motor 3D GL, desenvolvido pela Webzen, fazem possível do impossível. O que existe atrás das lendas e mistérios do MU? Deixe a viagem começar...
    Muito tempo se passou desde que o milenar Império do MU perdeu o controle total sobre o Continente. Enquanto o poder do governo central do MU continuou a se dissolvendo, os senhores feudais tornaram-se redigidos e acoplados em um governo interno sobre o controle de MU, destruindo as fundações de sua sociedade. Com o tempo, os feudos e as guerras civis sangrentas destruíram a linda terra do MU, e dela também durante este tempo, entre o sangue e os rasgos associados com tais conflitos, entre as ambições obcessivas dos homens e daqueles que seriam mais do que homens, sairia uma escuridão e uma negra sombra, caindo sobre todo o MU.


    Antonias, um senhor feudal, revestido com sua ambição ardente para controlar a terra chamada MU estava facilmente iludido, uma vez nomeado Lemulia por um sorcerer evil, que com a obcessão de Antonias podia trazer Kundun, diabo da escuridão, de volta à vida. Ao ver sua filha encantadora separada de si por um membro de Kundun, Antonias derramou lágrimas de sangue e lamentou o fato e fez suas decisões doentes. Na extremidade tudo era por nada, simplesmente porque a morte de sua filha foi sem sentido pelas mãos do sorcerer evil. Lemulia não deixou seu crime de reviver o diabo da escuridão, Kundun.

    Há mas somente um trajeto de esperança para a terra de MU. Mas quem fará a tarefa de descobrir as 8 pedras selantes que foram dispersadas através do continente de MU? Quem irá selar o Demônio Kundun e restaurar a terra a sua beleza uma vez anterior? Será VOCÊ? O diabo da escuridão tem começado já a fazer tarefas de ação para dominar o continente de MU. Receba sua Missão! Somente a espada em sua mão pode banir Kundun e seus milhões de demônios.


    O continente de MU é um mundo em que os fenômenos naturais do tempo, não ao contrário do mundo real, estão prontamente disponíveis. Para o exemplo, ao se aventurar em Lorencia, você pode esperar encontrar chuvas torrenciais repentinas, e em áreas de nevasca, como Davias, você deve bravamente enfrentar vastos e embaçados nevoeiros nunca termináveis. Não fique chocado pela beleza, pela serenidade e pela gloria que podem ser encontrados dentro dos ambientes naturais de MU. Embora MU possa apenas ser um jogo, a vista das lingüetas que balançam de encontro aos ventos do sudeste nas planícies de Lorencia, ou a vista das tempestades de neve em Devias, ou as correntes do oceano da cidade subaquática de Atlans borrarão essa linha fina entre a mera realidade e o mundo fantástico contudo quase tocável que é MU.

    A interface gameplay foi otimizada no MU, de modo que qualquer um pudesse apreciar o jogo sem a necessidade da ajuda de um profissional. Uma vez que você começa sua aventura para conservar a terra de MU das criaturas demoníacas de Kundun, você verá que não há nenhuma necessidade de estudar os princípios do programa, nem toda a lista de régras complicadas. Você pode apreciar MU tão facilmente quanto um jogo normal de ação. MU é um tipico jogo de bater & defender do RPG que consiste em um estilo do combate que requer o uso do ataque e da evasão. Estes tipos de jogos do RPG, que é consultado frequentemente como um RPG de ação, colocam frequentemente o valor grande na ação não considera o conceito do crescimento. Entretanto, MU sucedeu em ambas as áreas com marcas excelentes.


    PayDay 2

    By: Bruno On: 07:27
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  • Payday 2: ser um criminoso solitário não é fácil pra ninguém

    Payday: The Heist foi um pequenino, porém promissor jogo digital lançado em 2011. Nele, você controlava um mascarado ladrão que, com a ajuda de três parceiros, roubava bancos, lojas e o que mais rendesse uma boa grana. O game foi lançado na PSN, Xbox LIVE e Steam, e era divertido. Note que eu não falei “ERA SENSACIONAL”.

    A primeira coisa que é possível notar em Payday 2 é a melhoria nos gráficos em comparação ao título anterior. Ele ainda não está BONITO, mas tá um pouco melhor que o primeiro jogo. O problema é que, mesmo melhor, o game ainda parece um jogo digital de 15 dólares, só que em disco e custando bem mais.
    A jogabilidade também melhorou bastante, com novas habilidades, mas ainda sendo uma luta para tentar matar policiais ou membros da SWAT. Sério, não deveria ser tão difícil matar alguém com um tiro na cara. Eu realmente preciso dar uns três na face do sujeito pra ele tombar?
    Novamente, você conta com uma equipe de ladrões mascarados, que podem ser controlados por jogadores online ou por bots. É aqui que mora todo o problema com Payday 2.

    Rust

    By: Bruno On: 07:24
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  • Hoje em dia, nesses espetaculares jogos cheio de explosões, tiroteios frenéticos e cachorros, acabamos não dando valor aos jogos indies e de idéias inovadoras e até ficamos assustados com isso, mas as vezes aparece um jogo tão único, tão inovador, que merece ser pelo menos comentado, esse é Rust, um jogo de sobrevivência persistente criado pela Facepunch Studios (a mesma que criou CS:Source e Garry Mod) e alimentado pela incrível engine Source, com uma premissa tão boa que vai deixar você de queixo caído.



    A premissa do jogo é que uma bomba nuclear devastou o planeta, jogando seus sobreviventes em uma nova Idade da Pedra, o que significa? Que logo no começo do jogo você nasce somente com:

    -Uma Pedra (usada para buscar suprimentos, como madeira e pedra)
    -2 kits médicos
    -uma tocha
    -sem NENHUMA, eu disse NENHUMA roupa no corpo, ou seja, preparem-se para ver muitos caras peladões batendo em pedras e árvores)


    O pvp é liberado, mas as batalhas corpo a corpo são muito difíceis, e tudo o que você tem não é simplesmente "achável", você produz o que a natureza te dá, por exemplo, pegando madeira de árvores e montes de madeira e um pouco de pele dos animais que você mata, você pode criar um arco para caçar comida...


    A comunidade não está muito assassina (por enquanto), por incrível que pareça, fui em um server brasileiro e só UMA pessoa atirou em mim, outras me deram comida, madeira, entre outras coisas (particularmente fiquei emocionado)...
    mas, como todo jogo de sobrevivência, temos que ter cuidado com o ambiente, eu era inocente e só me precavia com lobos e ursos, então vi uma silhueta preta estranha, fui ver se podia ajudá-lo, então a figura misteriosa me atacou duas vezes e me matou, e adivinha, era um zumbi, isso mesmo, um ZUMBI, mas não são zumbis no estilo Infestation ou Day-Z, são zumbis que andam sozinhos, não chamam ninguém mas te matam com duas pancadas...

    Contra eles, não existem só arcos e flechas, você pode produzir ou achar armas por aí também, infelizmente essas armas favorecem muito o pvp, então não se assuste se um "HUEHUE BRBR" te der um tiro na sua bunda nua...

    Em resumo, é um minecraft só para maiores, que ao invés de construir com blocos, ele te dá uma sugestão mais realista da natureza e do mundo ao redor, eu recomendo muito a acompanhar o que vem por aí.

    GTA V

    By: Bruno On: 07:23
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  • Se você largar o seu carro na rua, a policia irá confisca-lo e você terá que
    pagar uma taxa para recupera-lo;

    Você poderá fazer um carro bomba, com vazamento de gasolina ou colocando uma C4, igual em "The Ballad of Gay Tony";

    Todas as armas estarão com você o tempo todo. Isso quer dizer que, mesmo quando acabar a munição de uma AK-47, por exemplo, você ainda continuará com ela - tudo isso por causa da personalização. Imagine você deixar uma arma toda equipada, do seu gosto, e quando acabasse a munição, o personagem jogasse ela no chão. Não seria nada legal, né?!;

    Durante uma luta corpo a corpo, você não precisará mais travar a mira no inimigo. Ao menos que você queira;

    As batidas com os veículos estão "mais bonitas" e detalhadas;

    A AI (inteligência artificial) dos inimigos está muito mais aprimorada, com mais conhecimento do ambiente;

    A forma com que os inimigos reagem mudam dependendo de quem eles são: a SWAT vai reagir de uma forma organizada, já as gangues de uma forma desleixada;

    Alguns barcos terão equipamentos, como roupa de mergulho, nadadeiras e tanques para mergulho (podemos chamar de mini-submarinos);

    O ecossistema subaquático tem cavernas, e o mar é a casa de peixes e tubarões;
    MAS É UMA PENA NÃO TELO PARA O PC!!!!



    Point Blank

    By: Bruno On: 06:41
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  • Em um universo muito parecido com o nosso dos dias atuais, anos de um governo sem mudanças e com políticas duras em algumas áreas sociais, geraram revolta suficiente para que um grupo de rebeldes se juntasse e começasse a executar ações de desaprovação e protesto. O que começou com passeatas e outras manifestações pacíficas logo ganhou maior intensidade e em breve, o grupo desorganizado passou a se tornar uma bem organizada associação de pessoas com mentalidade radical, fortemente armada e tendo, muitas vezes, atitudes questionáveis para alcançar os fins desejados. Os REBELDES, como ficaram famosos, se tornaram uma ameaça para a estabilidade do governo corrente. Quando os responsáveis pelo estado notaram essa grave ameaça, não hesitaram em agrupar os melhores soldados entre policiais e exército para compor u
    ma força especial de defesa, chamado Operações Táticas de Proteção, ou OTP.